domingo, 14 de setembro de 2008

Outra vez


Haja luz na Terra,
no mar, pelo ar,
e nas rugas.
Na mente.

Entre alma no corpo,
empurre-se e puxe-se
o espaço.
O tempo.

Seja tudo igual outra vez:
que a paz venha fria; o sucesso, forçado.
A natureza? Vazia! O olhar: perturbado.

Batalhem escravos e amos,
que nada se desperdice…
Arrependimentos, guardamos
para depois da velhice!


12 de Setembro, 2008

2 comentários:

João Videira Santos disse...

Com a Guernica de Picasso por imagem, um poeminha de cariz social. Interessante.

P. disse...

Eu já li este poema... Onde?
Ha tempos escrevi algo sobre o mesmo tema... De repente lembrei-me de mim! =)